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Baixar - O Livro de Boni – PDF



Revista: Windows 7 – Dicas e Truques – O Guia de Bolso
Editora: Microsoft
Lançamento: 2011
Páginas: 397
Formato: PDF
Tamanho: 13,17 Mb
Release: Tontom
Descrição: O Windows 7 é o mais novo sistema operacional da Microsoft. Se você está querendo dar um toque pessoal à sua instalação do Windows 7, este livro o ajudará neste início.
Existem centenas de personalizações que você pode aplicar e este guia de bolso que traz superficialmente isto à tona. Como sempre, eu escrevi este livro para que qualquer pessoa possa pegá-lo e usá-lo como referência.
Eu recomendo que você comece lendo o primeiro capítulo – O Início; este capítulo dará a você uma boa base para o restante deste livro. Um conhecimento prévio de como o Windows funciona é necessário para seguir a maioria das seções; entretanto, se você é muito novo nesta área, tenho que dizer, é necessário aprender um pouco mais para poder usar este livro – fazer as coisas um passo de cada vez.
Uma vez que você tenha lido a seção O Início, você estará pronto para explorar o restante deste livro e personalizar sua máquina à seu estilo. Com certeza neste guia você encontrará algo que possa te ajudar, procure no índice pelo assunto que for de seu interesse. Você não precisa ler este livro seguindo a ordem dos capítulos, sinta-se à vontade para explorá-lo da maneira que for mais conveniente para você.
É o e-book mais completo que pode ser encontrado na internet totalmente em português, abrangendo uma grande quantidade de informações, e ainda sendo ricamente ilustrado com imagens em excelente qualidade (em sua grande maioria acompanhando o idioma do e-book). As screens abaixo demonstram claramente a alta qualidade do mesmo e também o índice completo.
Neste Livro voce tem tudo oq vc precisa saber sobre o Windows 7 Dicas e Truques.



Baixar - Trilogia de Livros – Jogos Vorazes

imgLivros: Jogos Vorazes:  Jogos Vorazes, Em Chamas e A Esperança.
Editora
: Rocco
Lançamento
: –
Páginas
: 732
Formato
: PDF
Tamanho
: 6 MB

Descrição: The Hunger Games (conhecido no Brasil como Jogos Vorazes e, em Portugal, como Os Jogos da Fome) é um romance para jovens adultos escrito por Suzanne Collins e originalmente publicado nos Estados Unidos em 14 de setembro de 2008 pela editora Scholastic.
Narrado em primeira pessoa, o livro acompanha a vida de Katniss Everdeen, uma garota de dezesseis anos que vive em um mundo pós-apocalíptico, num país chamado Panem (onde antes era a América do Norte). O país, que é dividido em doze distritos, é governado por uma poderosa cidade central chamada Capital. No livro, os Jogos Vorazes é um evento anual transmitido ao vivo pela televisão para o qual são selecionados um menino e uma menina de cada distrito, com idades entre 12 e 18 anos, que deverão lutar até a morte em uma arena da qual apenas um sairá vitorioso.

Jogos Vorazes 1 – Jogos Vorazes

Sinopse: Katniss escuta os tiros de canhão enquanto raspa o sangue do garoto do distrito 9. Na abertura dos Jogos Vorazes, a organização não recolhe os corpos dos combatentes caídos e dá tiros de canhão até o final. Cada tiro, um morto. Onze tiros no primeiro dia. Treze jovens restaram, entre eles, Katniss. Para quem os tiros de canhão serão no dia seguinte?…
Após o fim da América do Norte, uma nova nação chamada Panem surge. Formada por doze distritos, é comandada com mão de ferro pela Capital. Uma das formas com que demonstram seu poder sobre o resto do carente país é com Jogos Vorazes, uma competição anual transmitida ao vivo pela televisão, em que um garoto e uma garota de doze a dezoito anos de cada distrito são selecionados e obrigados a lutar até a morte!
Para evitar que sua irmã seja a mais nova vítima do programa, Katniss se oferece para participar em seu lugar. Vinda do empobrecido distrito 12, ela sabe como sobreviver em um ambiente hostil. Peeta, um garoto que ajudou sua família no passado, também foi selecionado. Caso vença, terá fama e fortuna. Se perder, morre. Mas para ganhar a competição, será preciso muito mais do que habilidade. Até onde Katniss estará disposta a ir para ser vitoriosa nos Jogos Vorazes?
Jogos Vorazes 2 – Em Chamas
Sinopse: Mistura de ficção científica com reality show, passando pela mitologia e pela filosofia, Em chamas é o segundo volume da bem-sucedida trilogia iniciada com Jogos Vorazes, mais novo fenômeno da literatura jovem dos últimos tempos. Com mais de quatro milhões de exemplares vendidos apenas nos Estados Unidos e por 130 semanas na lista dos mais vendidos do The New York Times, a trilogia assinada por Suzanne Collins ganhará adaptação para o cinema, com estreia prevista para março de 2012. Depois de os Jogos Vorazes, competição entre jovens transmitida ao vivo para todos os distritos de Panem, Katniss agora terá que enfrentar a represália da Capital e decidir que caminho tomar quando descobre que suas atitudes nos jogos incitaram rebeliões em alguns distritos. Dessa vez, além de lutar por sua própria vida, terá que proteger seus amigos e familiares e, talvez, todo o povo de Panem.
Jogos Vorazes 3 – A Esperança
Sinopse: Depois de sobreviver duas vezes à crueldade de uma arena projetada para destruí-la, Katniss acreditava que não precisaria mais de lutar. Mas as regras do jogo mudaram: com a chegada dos rebeldes do lendário Distrito 13, enfim é possível organizar uma resistência. Começou a revolução.
A coragem de Katniss nos jogos fez nascer a esperança em um país disposto a fazer de tudo para se livrar da opressão. E agora, contra a própria vontade, ela precisa assumir seu lugar como símbolo da causa rebelde. Ela precisa virar o Tordo.
O sucesso da revolução dependerá de Katniss aceitar ou não essa responsabilidade. Será que vale a pena colocar sua família em risco novamente? Será que as vidas de Peeta e Gale serão os tributos exigidos nessa nova guerra?
Acompanhe Katniss até o fim do thriller, numa jornada ao lado mais obscuro da alma humana, em uma luta contra a opressão e a favor da esperança.


Baixar - Livro - A Morte e a Morte de Quincas Berro d'Água

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Título Original: A Morte e a Morte de Quincas Berro d'Água
Escrito por: Jorge Amado

Editora: Record
Lançamento: 1999
Paginas: 52 Páginas
Formato: PDF
Tamanho: 1.9 MB
Idioma: Português

Origem: Brasil
Resumo: 
Jorge Amado  é o maior sucesso editorial dentre os regionalistas, chegando até a inverter a mão de nossa literatura, pois influenciou o Neo-Realismo Português da década de 40. Mas entre a crítica o seu êxito não é tão unânime. Seus analistas mais casmurros, acostumados a James Joyce e Franz Kafka, sentem falta no escritor baiano de ousadias literárias. Assim, recriminam seus textos, acusando-os de dominados por populismo piegas, estereotipias, elementos chulos e descuido formal. Nem mesmo no campo político, que lhe abrira as portas literárias, encontrou unanimidade. Para a direita, é qualificado como panfletário. Para a esquerda, como alienado.

Assim, o conceito sobre o autor não é único. Há os que esquecem injustamente suas primeiras produções, marcadas pelo espírito revolucionário socialista, e dizem que o baiano produz literatura para o mercado apenas. Há os que reclamam de sua “queda final” para a alienação, pois valorizam apenas a fase em que seus textos eram de esquerda. Há, também, os que o consideram o nosso maior escritor, na medida em que faz exatamente aquilo que o leitor (parte importantíssima no processo literário) quer, daí o seu estrondoso sucesso de vendas. E há ainda os mais cautelosos, que enxergam qualidade no escritor, desde que se faça uma seleção de suas obras.

O fato é que não se deve desprezar que Jorge Amado é um bom escritor. Não tem o fôlego de Graciliano Ramos, pois muitas vezes cede ao impulso de delongar a narrativa. E nem tem mesmo a intenção de se igualar ao gigante regionalista, pois sua narrativa não apresenta a tensão crítica dos seus contemporâneos, mas uma tensão mínima, fruto de uma visão encantada e otimista de seu mundo. Seu lugar, pois, é o de cronista da Bahia, um rapsodo popular, o porta-voz da baianidade em textos que ficam entre a poesia e o documento vivo, entre o Romantismo e o Realismo. É uma testemunha que, por meio de sua história-puxa-história, dominada pelo tom de anedota testemunhada, mostra simpatia com seu ambiente e o retrata com fidelidade, ainda que exótica, apimentada.

A narrativa de A Morte e a Morte de Quincas Berro d’Água ambienta-se em Salvador, na época atual, e é apresentada por um interessante narrador em primeira pessoa, pois que é dotado de onisciência. Tudo gira ao redor de Joaquim Soares da Cunha, mais conhecido como Quincas Berro d’Água, apelido gerado pela reação explosiva e indignada ao ter bebido, por engano, água no lugar de cachaça, sua bebida predileta. Por aí já se pode imaginar de que tipo de personagem se trata. Essa idéia pode ser reforçada pelos apelidos que havia recebido: Rei dos Vagabundos da Bahia, O Cachaceiro-Mor de Salvador, O Vagabundo por Excelência, O Filósofo Esfarrapado da Rampa do Mercado, O Rei da Gafieira, O Patriarca da Zona do Baixo Meretrício.

No entanto, nem sempre teve tais predicados. Dez anos antes do início da narrativa, Quincas era funcionário exemplar da Mesa de Rendas Estadual. Levava uma vida respeitável, mas que lhe era sufocante, graças às pressões de uma formalidade vazia e inútil. O rompimento ocorre quando sua filha, Vanda, está para se casar com Leonardo Barreto, uma reprodução fiel do estilo de vida de Joaquim; a diferença é que o jovem está satisfeito com o que tem. Comunicado o noivado e apresentado o rapaz, Joaquim qualifica-o como um coitado. Vanda e Otacília (sua esposa) têm uma reação que é um misto de indignação e incompreensão. Inconformado, Joaquim chama o futuro genro de bestalhão e sua esposa (tão apegada às etiquetas) de jararaca. Sai de casa e transforma-se no Quincas Berro d’Água. Decai socialmente, pelo menos aos olhos de uma sociedade apegada à formalidade, mas encontra sua felicidade em meio a gente da classe baixa, como marinheiros, prostitutas, capoeiristas.

Vindo da classe alta e identificando-se com o baixo estrato, acaba-se tornando o “pai da gente”, no dizer constante de uma das personagens. Por um lado isso revela um paternalismo a idealizar as diferenças sociais gritantes na sociedade baiana. Por outro, serve para enxergar nele um alter ego de Jorge Amado, escritor vindo da elite e que se envolve com o tom, a linguagem, o estilo e o gosto popular. Ambos, criador e criação, acabam mal vistos pelos “senhores sérios e conceituados”. Assim, o destino de um mistura-se ao de outro.

A narrativa inicia-se com a notícia do óbito de Quincas, que se tinha dado de forma fenomenal: havia morrido duas vezes, o que o colocava entre as inúmeras anedotas exóticas que circulavam entre o povo.

Informada por uma padre, sua família, liderada por Vanda (que passa a encarnar o papel repressor da já falecida mãe), resolve cuidar do enterro, na crença de que estava recolocando Quincas de volta ao eixo. Era uma aparente vitória sobre dez anos de completa vergonha a que tinham sido submetidos. Era o fim daquela irreverência, ainda presente no sorriso desafiador e pelo dedão do pé furando a meia do cadáver. Joaquim Soares da Cunha voltaria, por meio de vestes mais adequadas, sóbrias, formais, compradas especialmente para o funeral.

Aliás, o acerto do cerimonial foi um dos aspectos que mais degradou na narrativa a imagem dos parentes, pois não queriam ter sua rotina quebrada. Leonardo estava mais preocupado em não perder o expediente na repartição e não passar vergonha com a notícia. Chora com o que foi gasto para o enterro, assim como Eduardo, irmão do morto, também preocupado com sua firma. A única que dá atenção um pouco mais digna é Vanda, mas aceita a mediocridade do ritual com medo de que algo mais pomposo levantasse a atenção e expusesse a família a uma nova série de comentários vergonhosos sobre o passado do pai.

No entanto, esse domínio é aparente. Em primeiro lugar porque, mesmo de paletó e gravata, mesmo nas vestes da formalidade, o defunto não abandonou seu sorriso de irreverência, o que deixa Vanda agoniada. Seu desespero aumenta quando o falecido começa a, fantasticamente, dizer desaforos como “jararaca”, “saco de peidos” e “bestalhão”.

Além disso, a notícia do falecimento espalhou-se, provocando luto em todos os bairros das classes baixas. Bares fecham. Prostitutas não trabalham. Até que alcança a sua segunda família, mais autêntica porque escolhida. São quatro os seus cavaleiros, são quatro os seus membros: Curió (o primeiro a saber do triste fato), moço de constantes paixões e noivados; Negro Pastinha, gigante de 2 metros, ajudante de bicheiro, bom de briga, mas bonachão; Cabo Martim, que havia dado baixa há 15 anos; e Pé-de-Vento, capoeirista que ganhava a vida caçando animais para zoólogos.

Cientes do acontecimento fatídico, correm para o velório. A chegada acaba gerando uma guerra fria entre formalidade e autenticidade, entre o bairro do Itapagibe e Tabuão, entre a família social e a verdadeira, entre a coerção e a libertação. A primeira vitória é do formalismo oficial, representado por Vanda, que encurrala os perdedores num canto da casa.

Mas o jogo será virado, pois a família biológica não sabe o que é dedicação – preocupa-se muito mais com seus afazeres e obrigações. Vanda retira-se com sua tia por causa do adiantado da hora, pois não pode ficar num bairro tão pobre, perigoso e de baixa reputação. Leonardo retira-se pouco depois, pois tem de estar no expediente no dia seguinte. Tio Eduardo é que devia velar por toda a madrugada, mas por puro comodismo cede espaço ao quatrilho.

Conquistado o terreno, a primeira reação foi de irritação com o desleixo da família, que não teve a capacidade de preparar um velório mais decente – não há comida, cadeira, conforto, nada.

Então, o fato inexplicável. Surge uma garrafa de cachaça. Não se sabia se havia entrado escondida ou se fora comprada depois, mas o consumo dela facilitou as exorbitâncias daquela noite. Começam a dialogar com o morto de forma desabrida, principalmente sobre quem seria o sucessor na posse do coração de Quitéria do Olho Arregalado. Fantasticamente, ou até mesmo por produto de bebedeira, ouvem a reação de Quincas diante de assunto tão abusado. Na crença, pois, de que não estava morto, de que tudo não passara de uma peça, iniciam um diálogo festivo com o “paizinho”. Dão bebida para ele. No final, tiram a roupa social e restituem a antiga. Joaquim voltava a ser o Quincas. Tiram-no do caixão e resolvem passear com ele, tudo num clima de magia surpreendente e festiva. A intenção deles é degustar a moqueca do Mestre Manuel, à beira do mar, junto aos velhos amigos de farra.

A viagem que fazem vai acordando do luto toda a Ladeira, antiga conhecida de Quincas. Até briga conseguem no bar do Cazuza, o que deixa o proprietário feliz, pois aumenta a reputação do estabelecimento. Mas o principal é que Quitéria reconquista sua alegria com o retorno de seu amado. Tudo é mágico. Tudo é encantado. Tudo é cheio de vida e alegria com a notícia de que o seu grande ídolo estava vivo.

Contentes, partem para o mar, ambiente predileto do herói e local em que ele sempre manifestou ter desejo de ser enterrado. É uma noite idílica. No entanto, são surpreendidos por um temporal. Em meio à agitação furiosa das águas, depois de cinco trovoadas fortes, o que dizem ter visto foi Quincas levantar-se e atirar-se ao mar. Morria pela segunda vez, dessa vez justamente no ambiente que queria, adquirindo a liberdade que desejava.